Milho e Sorgo

Milho começa 4ª feira recuando na B3, mas tendência segue de firmeza

Chicago abre em baixa, mas tensão russa segue dando suporte


Publicado em: 26/01/2022 às 10:30hs

Milho começa 4ª feira recuando na B3, mas tendência segue de firmeza

A quarta-feira (26) começa com os preços futuros do milho recuando na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações ainda mantinham flutuação na faixa entre R$ 90,00 e R$ 100,00 por volta das 09h14 (horário de Brasília).

O vencimento março/22 era cotado à R$ 100,05 com desvalorização de 0,53%, o maio/22 valia R$ 98,00 com perda de 0,51%, o julho/22 era negociado por R$ 91,52 com queda de 0,09% e o setembro/22 tinha valor de R$ 90,50 com baixa de 0,23%.

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, o mercado segue firme com o comprador querendo milho e pagando na faixa dos R$ 100,00 no Sul de Santa Catarina, por exemplo.

“O mercado é firme e, pelo menos até maio, não tem muito o que mudar. Depois, vai depender da safrinha no segundo semestre, mas até maio continua com folego positivo porque tem demanda”, pontua Brandalizze. 

Mercado Externo

A Bolsa de Chicago (CBOT) abriu a quarta-feira recuando para os preços internacionais do milho futuro.

Por volta das 09h05 (horário de Brasília), o vencimento março/22 era cotado à US$ 6,18 com desvalorização de 1,75 pontos, o maio/22 valia US$ 6,17 com baixa de 1,25 pontos, o julho/22 era negociado por US$ 6,13 com queda de 1,25 pontos e o setembro/22 tinha valor de US$ 5,82 com alta de 0,25 pontos.

Segundo informações do site internacional Successful Farming, as chuvas argentinas nas últimas semanas trouxeram uma "bomba d'água" para as principais áreas agrícolas no noroeste da província de Buenos Aires, embora tenha havido menos água mais ao sul.

Ainda assim, as tensões permaneceram altas depois que a Otan disse na segunda-feira que estava colocando forças de prontidão e reforçando a Europa Oriental com mais navios e caças em resposta ao aumento de tropas da Rússia perto de sua fronteira com a Ucrânia.

Fonte: Notícias Agrícolas

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